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Muito usado para decorar geladeiras e deixar a cozinha ainda com mais graça, o imã de geladeira pode ter qualquer formato e ser feito de vários materiais diferentes. Entre eles a porcelana é uma boa opção, ela pode ser pintada a mão, enfeitada com porcelana fria ou feita com decalque como é o modelo da mini tábua (primeira imagem) que mostrarei a seguir.
Material necessário:
- miniatura em porcelana
- tinta ouro 10% para porcelana
- pincel nº 10
- decalque (a venda nas lojas que trabalham com material de pintura de porcelana)
- cola
Recorte um decalque menor que o local a ser colocado e mergulhe-o em um recipiente com água.
Mergulhe o decalque até que ele comece a soltar
Coloque sobre a peça
Molhe o pincel no ouro e passe cuidadosamente em volta da peça formando um filete. Muito cuidado pois este ouro não seca, deve ser queimado em forno próprio para porcelana.
Depois de queimado, colar um imã atrás da peça, deixar secar por uma hora.
Depois de queimada esta peça pode ser lavada.
Mesmo quem é do ramo precisa de uma luz na hora de escolher lâmpadas. São muitas opções de marcas, modelos e promessas nas prateleiras das lojas. O melhor, recomendam os entendidos, é saber direitinho o que você está procurando.
No jargão luminotécnico, há vários nomes complicados que mostram a quantidade e a qualidade da luz produzida pela lâmpada. Um deles é o IRC, sigla para Índice de Reprodução de Cor. Quanto mais próximo de 100 é o IRC, menos distorção nas cores essa luz vai produzir. Onde a cor certa for fundamental, o índice deve ser no mínimo de 80%.
Dinheiro no bolso
Se a preocupação for economia, a informação preciosa é o de eficiência luminosa – quanto menos energia medida em watts o equipamento gastar para produzir maior fluxo luminoso, melhor. Outra característica importante para avaliar o custo-benefício é a durabilidade da lâmpada, geralmente identificada como “vida útil” nas embalagens.
O problema é que nem sempre os rótulos trazem o rol de informações para apagar todas as dúvidas. Aí vale apelar para regras gerais e básicas. As incandescentes têm bom IRC, ganham disparado em preço, mas perdem em vida útil e eficiência para as fluorescentes, que, por sua vez, têm evoluído cada vez mais em qualidade de luz. Antigamente, elas
deixavam tudo meio azulado. Pois hoje estão conquistando as casas que prezam a conta bancária. Para ter uma idéia, as lâmpadas ocupam o terceiro lugar no ranking de consumo de energia numa residência comum, perdendo apenas para o chuveiro e a geladeira. Nesse quesito, as fluorescentes largam mesmo na frente. Elas são mais caras, mas, segundo uma pesquisa do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), o consumo sai até 79% mais em conta que o das incandescentes. Outra artimanha para baixar a conta de luz é usar o dimmer. Esse equipamento, que permite graduações conforme o gosto do freguês, requer uma adaptação tão fácil quanto instalar um interruptor comum. Ele costuma fazer sucesso especialmente no quarto das crianças e no living. Sua utilização, no entanto, está restrita às incandescentes.
Versatilidade com diversidade
Há mais que incandescentes e fluorescentes nas gôndolas dos supermercados. As lâmpadas halógenas, por exemplo, são duráveis e reproduzem bem as cores, mas alguns modelos esquentam o que estiver no caminho do facho de luz. Um bom emprego para elas é no projeto de paisagismo, destacando os pontos altos do jardim. Mas lembre-se de que precisam de refletores adequados e devem ter proteção contra as intempéries.
Para qualquer ambiente, caso tenha faltado um bom projeto luminotécnico quando você comprou o imóvel ou procedeu à reforma, o melhor a fazer, agora, é combinar diferentes tipos de lâmpada. O resultado será um espaço bem mais versátil.

Caixa Gravata
Material:
- Papel Paraná
- Fita adesiva
- Cola branca
- Lápis
- Pincel
- Rolinho de espuma
- Papel de presente
| 1 | ![]() |
Transcreva o molde para o papel Paraná |
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Monte a caixa, colando as laterais na base e na tampa, prendendo com a fita adesiva. |
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Passe cola nas junções internas da caixa, deixe secar por, pelo menos, 4 horas e então, tire a fita. |
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Corte o papel de presente do tamanho do fundo e da tampa mais 1 cm. |
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Passe cola na caixa e cole o papel com cuidado para não enrugar. |
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Picote as laterais em excesso. |
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Com o pincel, passe cola na lateral superior da caixa. |
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Cole o papel picotado aos poucos. |
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Com o rolinho de espuma, passe cola na lateral da tampa e da base. |
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Corte a medida da lateral mais 1 cm e cole na caixa. Cole o papel restante no interior da caixa para arrematar. |
| Dica | Não use esse formato de caixa para embalar gravata, o divertido é surpreender. Vale colocar de tudo: caneta, cueca, perfume… |
Os solventes orgânicos são compostos de larga utilização na indústria para as reações de dissolução de várias substâncias, e também como reagente ou produto intermédio nos processos de síntese química.
A principal via de entrada destes compostos no organismo é a via respiratória; contudo, em alguns casos, a via cutânea pode também revelar-se importante.
Os efeitos de uma exposição a solventes orgânicos caracterizam-se, fundamentalmente, por uma ação depressora do sistema nervoso central, ação irritante da pele e mucosas, lesão hepática e renal.
A sintomatologia da intoxicação aguda é reconhecida, desde o século passado, e estão descritos os seus efeitos anestésicos – sonolência e entorpecimento, vertigens e tonturas, perda do poder de concentração e mesmo inconsciência.
A exposição a concentrações inferiores ao limiar da intoxicação aguda pode dar origem a alterações do comportamento e psicomotoras com manifestações de fadiga, cefaléias, perda de memória e de atenção, e por vezes irritação das vias respiratórias superiores. Estas manifestações são reversíveis se a exposição cessar.
Em 1984, a Organização Mundial de Saúde (OMS), com base em dados disponíveis, considera a possibilidade de uma exposição crônica a solventes orgânicos ter efeitos neurotóxicos e divide as alterações neuropsiquiátricas em três grupos de gravidade crescente.
Recentemente, a exposição a solventes tem sido considerada como um contributo para o desenvolvimento de surdez.
Os resultados de alguns estudos desenvolvidos nos últimos anos, principalmente na Finlândia, apontam para que a exposição crônica a solventes orgânicos tenha também efeitos nocivos na fertilidade feminina e masculina.
O estudo da incidência de cancro e da mortalidade por essa causa no grupo de expostos a solventes orgânicos tem também sido objeto de alguns trabalhos; os seus resultados apontam para um risco acrescido de cancro do sistema hematopoiético e do útero.
Até onde a imaginação do ser humano pode chegar?
Olhem isto, não sei muito bem qual a funcionalidade desta parede giratória mas é muito engenhoso e bonito.

!-) Desligue a chave de energia (se não sabe qual é, desligue a geral);
2-) Abra o seu chuveiro e, com a ajuda de um alicate e chave de fenda,
3-) Retire sua resistência velha;
4-) Encaixe a resistência nova, certificando-se de que não há folga nos conectores;
5-) Feche o aparelho
6-) Abra o registro da água com ele desligado.
7-) Pronto! É só ligar a chave geral.
Está como especial de natal, mas as dicas podem servir para qualquer época do ano, colocando estes artesanatos em lugares certos dão um certo destaque.
Passo a passo na construção do coletor solar
O coletor solar é o componente que merece especial atenção, por ser o mesmo responsável direto, para o bom desempenho de um sistema de aquecimento solar.
Nosso coletor solar diferencia-se dos demais, no que tange aos materiais utilizados na sua construção e rendimento térmico. Com intuito de baixar custos, utilizamos nas colunas de absorção térmica, tubos e conexões de PVC, menos eficiente do que os tubos de cobre ou alumínio aplicados nos coletores convencionais. As garrafas pet e as caixas tetra pak, substituem a caixa metálica, o painel de absorção térmica e o vidro utilizado nos coletores convencionais. O calor absorvido pelas caixas tetra pak, pintadas em preto fosco, é retido no interior das garrafas e transferido para a água através das colunas de PVC, também pintadas em preto. A caixa metálica com vidro ou as garrafas pet, tem como função proteger o interior do coletor das interferências externas, principalmente dos ventos e oscilações da temperatura, dando origem a um ambiente próprio. Apesar de simples, contém detalhes indispensáveis na sua confecção e no seu funcionamento.
O dimensionamento do coletor solar em relação à caixa d’água ou acumulador, é importantíssimo. Para limitarmos a temperatura a níveis que mantenham a rigidez do PVC (temperatura máxima de 55ºC), sem causar o amolecimento dos mesmos, e por conseqüência comprometer a estrutura do coletor solar na parte superior, causando vazamentos. No capítulo 4, item 4.1-Dimensionar o projeto conforme o consumo e região do país, encontrarão as informações de como dimensionar o projeto.
Obs.: Cuidado também com a caixa d’água ou reservatório, se os mesmos forem de materiais com limites de temperatura .
Escolha das garrafas pet, como e qual tamanho cortá-las
Três são os tipos de garrafas que utilizamos na construção do mesmo, dando preferência às garrafas transparentes (cristal) lisas (retas), cinturadas de Coca e de Pepsi. Estamos testando algumas garrafas verdes, que aplicamos num coletor solar e com os resultados alcançados semelhantes ás do tipo cristal. Como a cor verde absorve calor, supostamente causará a degradação da garrafa mais rapidamente, comprometendo a sua transparência. Mas queremos deixar claro que não temos a confirmação de tal degradação, já que as utilizamos a pouco tempo. Como informação, o primeiro coletor solar que instalamos em nossa residência, foi feito com garrafas lisas (retas) tipo cristal, e completou em Abril de 2006 três anos e meio. Nota-se que as mesmas apresentam dilatações entre as garrafas, prejudicando a vedação entre elas, o que não ocorreu com o outro coletor feito á três anos, com garrafas cinturadas (Coca, Pepsi, Sukita).
Para facilitar o corte das garrafas, sugerimos um gabarito simples, ou seja, corte 2 pedaços de tubos em PVC de 100mm: 1 com 29cm e o outro com 31cm . Em seguida faça um corte longitudinal nos 2 tubos, possibilitando a introdução da garrafa no mesmo, definindo o tamanho da garrafa a ser cortada. Sugestão : cortem com estilete.
O tubo de 29cm servirá de medida para o corte das garrafas lisas e as de Pepsi e o tubo de 31cm, apenas para o corte das garrafas de Coca. Fotos abaixo :

Obs.: Mesmo as garrafas de Pepsi e de Coca apresentam tamanhos diferentes por região,
em razão das matrizes onde são sopradas.
Sugestões: após o consumo do refrigerante, lavem a garrafa e deixe escorrer a água. Leve à geladeira por 2min sem a tampa e ao retirar da geladeira, tampe-a rapidamente.
O ar frio no interior da garrafa voltando à temperatura ambiente, causará o aumento do volume, pressurizando a mesma e eliminando o risco de auto-amassar-se quando guardada em lugar frio, até a sua aplicação no coletor solar.
Caso tenham poucas garrafas e entre elas algumas amassadas, poderão aproveitá-las. Adicionem 100ml de água fria, tampe-a e aqueça-a no microondas por 45 segundos. Ao retira-la do forno, gire a mesma na horizontal por uns 10 segundos, deixe-a em pé e só depois com cuidado desenrosque a tampa lentamente para liberar o vapor. Joguem a água fora e deixe a garrafa esfriar sem a tampa. Mas fica a pergunta, porque não usar água quente? – Porque a garrafa sem a pressão do vapor como sustentação, ao receber a água quente deforma-se ainda mais.
Obs.: Nessa operação protejam-se com óculos de proteção, luvas, avental, e em local longe o suficiente de outras pessoas, especialmente crianças.
Caixas tetra pak de 1 litro (de leite, sucos, etc.)
As caixas tetra pak têm em sua composição, 5% de alumínio, 20% de polietileno e 75% de celulose, o que dificulta sua coleta como apenas papel, exigindo portanto equipamentos especiais na separação desses três materiais. São poucas as empresas especializadas em tal processamento, o que desestimula os catadores, apesar de campanhas do principal fabricante (Revista Superinteressante Julho/2004, página 79).
A aplicação delas em nosso projeto oferece excelentes resultados, pois a combinação dos três materiais evita que se deformem na temperatura a que serão submetidas, dentro das garrafas, ao contrário se optássemos por papel comum. Vale lembrar que, quando vazias as caixas devem ser abertas na parte de cima, lavadas e deixadas a escorrer a água, caso contrário, teremos a formação de microorganismos e forte mau cheiro. Para guarda-las, devem ser planificadas, ou seja, achatadas, para tanto basta descolar as orelhas laterais em seus quatro cantos e apertar no corpo da embalagem, deixando-a pronta para os cortes e dobras, diminuindo assim o volume e ocupando menos espaço na estocagem.
Devido á umidade nas caixinhas, é normal a formação de condensação (umidade) no interior das garrafas, nas primeiras horas de exposição ao sol do coletor solar.
Com o propósito de simplificar o corte nas caixas tetra pak, adotamos um único tamanho para os diversos tipos de garrafas, ou seja com 22,5cm de comprimento (Fig.1), e com mais 1 corte de 7cm na parte de baixo da caixa (Fig.2), que servirá de encaixe do gargalo da próxima garrafa. Devemos dobra-la aproveitando os vincos das laterais da mesma (Fig.3), e com mais duas dobras em diagonal na parte de cima (Fig.4), se amolda à curvatura superior interna da garrafa, dando também sustentação à caixa, mantendo-a reta e encostada no tubo de PVC. Façam todos os cortes e dobras antes da pintura.
Devemos pintá-la com tinta esmalte sintético preto fosco, secagem rápida para exteriores e interiores, usada para ferro, madeira, etc. Mas evitem a compra em spray, torna a pintura muito mais cara. Dêem preferência a latas de 1kg, utilizem na aplicação da tinta um rolo de pintura ou pincel. Para um melhor aproveitamento da tinta, espalhem as caixas devidamente planificadas lado a lado, pintando várias de uma só vez.
Obs.: Não usem tinta com brilho, pois comprometerá o desempenho do coletor, uma vez que os raios solares serão em parte refletidos.
Fig. 1 Fig. 2 Fig. 3

Fig. 4 Fig. 5
Corte, pintura dos tubos, e montagem do coletor
Os tubos das colunas do coletor solar, devem ser cortados de acordo com os tipos de garrafas disponíveis. Vejam abaixo à medida que melhor se enquadra:
100 cm – para colunas com 5 garrafas cinturadas (Pepsi,Sukita)
105 cm – para colunas com 5 garrafas de Coca
Para as garrafas retas, como há muitos modelos, sugerimos que selecionem e
Encontrem a medida necessária
O motivo de aplicarmos no máximo cinco garrafas por coluna, visa não dificultar a instalação do coletor solar em relação à altura da caixa d’água ou reservatório, conforme abordado no item 2.1- Circulação por termo sifão, pois aqui no sul do país exige-se uma maior inclinação em razão da latitude local. Citamos como exemplo Tubarão/SC, cidade onde moramos a latitude é 28º28’ S, enquanto que em Fortaleza, a latitude é 3º43’ S.
Voltaremos ao assunto no item 4-Tópicos referentes à instalação do conjunto.
Antes de pintarmos os tubos das colunas com a mesma tinta aplicada nas caixas, devemos isolar com fita crepe de 19 mm as duas extremidades, onde depois de pintados e a tinta seca, retira-se á fita para o devido encaixe nas conexões tipo te.
Os tubos de 20 mm (1/2) de distanciamento entre colunas, devem ser cortados com 8,5cm e sem pintura. Medida padrão a todos coletores, não importando os tipos de garrafas.
Mas, caso queiram fazer os barramentos superior e inferior mais reforçados do coletor solar e com melhor circulação, apliquem conexões do tipo te com redução de 25mm(3/4) para 20mm(1/2), e os distanciadores entre colunas com tubos de 25mm(3/4) cortados com 8cm.
A montagem é muito simples, se seguirmos a ordem na colocação dos componentes, e tendo o cuidado de usarmos o adesivo, somente nos tubos e conexões da parte superior do coletor onde circula a água quente. Na parte inferior devemos apenas encaixá-los com a ajuda de um martelo de borracha, tornando a manutenção, se necessário, simplesmente desencaixando a barra inferior sem comprometer o tamanho das colunas, pois caso fossem coladas teriam de ser cortadas, e com a perca de todas as conexões e dos tubos de distanciamento.
Evitem dores de cabeça, a qualidade de todos os materiais aplicados no projeto é fundamental. Fiquem atentos, algumas formas de economizar podem custar caro.
Ao iniciarmos a montagem do coletor solar, devemos proceder à colagem das três peças da Fig.1, repetindo a operação no número de colunas do coletor solar. Colem um conjuntinho ao outro até formar cinco colunas. Em seguida insiram as garrafas e as caixas tetra pak (fig.2) nas 5 colunas, não esquecendo de fechar a última garrafa de cada coluna, cortando outra garrafa, mas na parte de cima, do lado da tampa. A seguir, com o barramento inferior previamente montado (Fig.4), é só encaixar e fechar esse módulo.
Recomendamos que para regiões muito frias, devemos preencher a parte de baixo, entre a garrafa e a caixa tetra pak (Fig.3), com algum tipo de isotérmico que não absorva umidade (exemplos: rótulos plásticos, sacolas plásticas).
A razão de optarmos por módulos de 5 colunas, é quanto ao manejo, torna-o extremamente fácil carregá-lo até o local de instalação.
Devemos montar um coletor solar com no máximo com 25 colunas, ou seja, cinco módulos. Este cuidado é para evitarmos tensões nos barramentos, trincando alguma conexão e a possível acumulação de bolhas de ar no barramento superior, o que compromete a circulação da água no coletor solar.
A 1ªgarrafa de cada coluna deve ser vedada, com tiras de borracha (ex.: câmaras de ar) ou fita auto-fusão, pois evita a fuga de calor do interior da coluna e impede que o vento gire as garrafas, tirando as caixas tetra pak da posição voltada para o Sol, comprometendo o rendimento do coletor solar.
Para uma melhor visualização, montaremos a seguir, passo a passo com fotos,
2 colunas de um coletor solar:
Fig.1 Fig.2 Fig.3

Fig.4 Fig.5 Fig.6

Duas colunas (Fig.6) com 4 garrafas retas montadas.
A ADESPEC dedica-se apenas a criação de novas tecnologias em adesivos e selantes de alto desempenho que ao mesmo tempo tenham 0% de VOC (Compostos Orgânicos Voláteis). Somente tecnologia que não agrida o meio ambiente e a saúde humana.
Dessa consciência ecológica, nasceu a revolucionária tecnologia PESILOX, um polímero híbrido de alta performance que cola e veda praticamente todos os tipos de materiais sem a necessidade de primers, totalmente isento de solventes, isocianatos e outros compostos orgânicos voláteis, resultado de cinco anos de pesquisas.
Por suas pesquisas e criações, em 2005 a ADESPEC foi uma das três únicas empresas que ganharam o New Ventures Brasil, certificado que atesta sua contribuição ao Desenvolvimento Sustentável no Brasil.
Todos os produtos da ADESPEC são seguros para o uso, tanto na indústria quanto no lar, por adultos e até mesmo crianças.
Para confecção do piso argamassado (áreas internas), devemos fazer a seguinte mistura:
- 1 parte de cimento;
- 4 partes de areia grossa;
Para cada 10 partes de cimento, adicionar 1 parte de pigmento Pó Xadrez®.
Exemplo:
- 10 latas de cimento;
- 40 latas de areia grossa;
- 1 lata de Pó Xadrez®.
Colocar separadores de madeira ou de plástico a cada 1,5 x 1,5m.
Misturar os materiais ate estar constante a mistura.
Adicionar água ate a consistência “farofa” e aplicar, alisando com desempenadeira de aço ou de madeira.
Para melhor acabamento, pode-se queimar o piso com cimento e Pó Xadrez®.
Espessura aproximada de 5 a 10 cm.Para confecção do piso argamassado (áreas internas), devemos fazer a seguinte mistura:
- 1 parte de cimento;
- 4 partes de areia grossa;
Para cada 10 partes de cimento, adicionar 1 parte de pigmento Pó Xadrez®.
Exemplo:
- 10 latas de cimento;
- 40 latas de areia grossa;
- 1 lata de Pó Xadrez®.
Colocar separadores de madeira ou de plástico a cada 1,5 x 1,5m.
Misturar os materiais ate estar constante a mistura.
Adicionar água ate a consistência “farofa” e aplicar, alisando com desempenadeira de aço ou de madeira.
Para melhor acabamento, pode-se queimar o piso com cimento e Pó Xadrez®.
Espessura aproximada de 5 a 10 cm.


















